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Informe Econômico SIMECS

Comissão do Congresso aprova Orçamento 2020

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou na terça-feira (17) a proposta de Orçamento da União para 2020, a qual define as receitas e despesas previstas para o próximo ano. Vinculado agora à aprovação pelo Congresso, o orçamento, entre seus principais pontos, define para 2020 um déficit nas contas públicas de, no máximo, R$ 124,1 bilhões. Uma das questões mais polêmicas do orçamento, o chamado Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o Fundo Eleitoral, que financiará as campanhas municipais do ano que vem, teve seu valor diminuído para R$ 2 bilhões. Anteriormente fixado em R$ 3,8 bilhões, o montante inicial teve intensa repercussão negativa, além da indicação do presidente Jair Bolsonaro de que vetaria o valor estipulado. O partido Novo propôs que o valor fosse de pouco mais de R$ 765 milhões, mas a proposta foi rejeitada. Dentre outros destaques, o orçamento também prevê o novo valor do salário mínimo para 2020, fixado em R$ 1.031,00. A previsão era de R$ 1.039, mas houve ajuste da projeção de inflação. Atualmente, o mínimo está em R$ 998. O valor definitivo do salário mínimo será confirmado pelo governo no dia 1º de janeiro.

CNI projeta alta de 2,8% para o PIB industrial no próximo ano

A economia brasileira deve acelerar 2,5% no próximo ano em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). A projeção é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada no Informe Conjuntural da entidade. Em relação ao crescimento específico da indústria, a expectativa da CNI é ainda mais otimista, esperando alta de 2,8% em 2020, contra 0,7% de crescimento neste ano. Se a projeção for confirmada, será a maior expansão desde 2011. De acordo com a análise da entidade, o motor desse crescimento será o setor da construção civil, que se beneficiará do avanço do governo nas concessões e nas privatizações, além do foco no setor de saneamento e também impulsionado pela queda nos juros e a volta dos financiamentos, este último, com projeção de alta de 6,5% no ano que vem. Em relação aos reflexos no emprego desse crescimento projetado, a CNI estima uma taxa média anual de 11,3% em 2020, com aumento do rendimento médio real em 1,6% e massa salarial crescendo 3,4%. Finalmente, em relação à inflação e à taxa de juros, a expectativa da CNI é de que a taxa inflacionária continuará estável, com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em média de 3,70%. Sobre a Selic, atualmente na mínima histórica de 4,5% ao ano, a CNI projeta estabilidade para esse patamar ao longo de 2020.

Fonte: Assessoria Econômica



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