Notícias e Informativo Gerais

Informe Econômico SIMECS

Tendência de emprego atinge maior nível desde abril

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve crescimento em novembro e atingiu o nível mais alto em sete meses, o que mostra recuperação gradual do mercado de trabalho. Em números, o IAEmp cresceu 2,6 pontos em relação ao mês anterior, indo a 88,4 pontos, maior nível desde abril, quando ficou em 92,5 pontos. Na média móvel trimestral, o indicador também aumentou: 0,5 ponto em relação ao mês anterior. Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, também cresceu: ficou em 3,1 pontos em novembro, indo a 96,1 pontos. Entretanto, o comportamento do ICD é semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado. Assim, o incremento nesse indicador sugere ainda um longo caminho na recuperação do emprego no país. Embora a taxa de desemprego venha em ritmo de queda (menor nível do ano no trimestre encerrado em outubro, quando ficou em 11,6%, primeira queda na série do indicador desde o trimestre encerrado em junho), há que se considerar a enorme quantidade de pessoas que passaram a trabalhar por conta própria e sem carteira assinada, o que contribui para segurar o índice. O desemprego segue atingindo 12,4 milhões de pessoas no país, segundo dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pequenas indústrias se recuperam no 3º trimestre

As pequenas indústrias do país começaram a esboçar uma reação mais forte no terceiro trimestre encerrado em setembro. A nota é da Confederação Nacional da Indústria (CNI) por meio do Índice de Desempenho das Pequenas Indústrias. De acordo com a entidade, o segmento registrou recuperação e ficou em 46,2 pontos entre julho e setembro. O valor é um ponto superior ao registrado no mesmo período de 2018, e está 3,3 pontos acima da média histórica. Ainda de acordo com o Panorama da Pequena Indústria, houve recuperação em todas as quatro dimensões pesquisadas: desempenho, situação financeira, perspectivas e índice de confiança. A pesquisa também mostrou que as finanças das pequenas melhoraram: o Índice de Situação Financeira do grupo alcançou 38,2 pontos – valor 1,0 ponto acima do registrado tanto no mesmo período de 2018 quanto na média histórica. Desde meados de 2017, o indicador vinha oscilando perto da série histórica, sem sequências positivas. Para a CNI, a pesquisa mostra que as empresas de pequeno porte começaram a refletir o aquecimento da economia brasileira, e estão otimistas quanto ao fechamento do ano, bem como ao crescimento dos negócios em 2020.

Fonte: Assessoria Econômica



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