Notícias e Informativo Gerais

Informe Econômico SIMECS

RIO GRANDE DO SUL TEM A 4ª MELHOR RENDA MÉDIA DO PAÍS

O rendimento médio real dos trabalhadores ocupados no Rio Grande do Sul foi de R$ 2.558 no segundo trimestre deste ano. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados pelo portal Gaúcha/ZH na última segunda-feira.  De acordo com a matéria, o rendimento dos trabalhadores gaúchos segue em nível similar ao de 2014, revelando uma estagnação dos salários por força da crise econômica. Embora essa realidade, destaca-se que o estado teve, no segundo trimestre, o maior rendimento médio da Região Sul e o quarto mais elevado do país. Os outros dois estados da região Sul, Paraná e Santa Catarina, apresentaram rendas respectivamente de R$ 2.488 e R$ 2.479. O estado brasileiro com a maior renda média foi o Distrito Federal (R$ 3.945); na ponta inferior, o Maranhão apresentou a menor renda (R$ 1.328). A média brasileira ficou em R$ 2.290 – o que equivale a 10,5% a menos do que a renda dos trabalhadores gaúchos.

ESTIMATIVA DE CRESCIMENTO DA ECONOMIA SOBE PARA 0,87% - INDÚSTRIA ESBOÇA RECUPERAÇÃO

A estimativa para o PIB 2019 teve um substancial aumento na avaliação desta semana. De acordo com o último boletim FOCUS do BACEN, a previsão para o crescimento da atividade econômica ficou projetada agora em 0,87% (na avaliação da semana passada estava em 0,80%). O otimismo na avaliação repercute o resultado positivo da economia no segundo trimestre do ano, que apontou crescimento de 0,4% e afastou o risco de uma recessão técnica (dois trimestres consecutivos de retração). A perspectiva, agora, é que o mercado siga com o otimismo em alta e que o PIB do ano possa chegar em 1%. No âmbito da indústria os dados também esboçam melhora: 0,7% de crescimento no segundo trimestre. Nesse contexto, o dado positivo é o crescimento da produção industrial especificamente nos setores da indústria local de Caxias, em contraponto ao resultado negativo geral da indústria (por força em muito do setor extrativo, ainda consequência do acidente em Brumadinho/MG). Assim, os números mostram que a metalurgia avançou 0,4%, máquinas e materiais elétricos 1,4%, veículos 3,5%, e produtos de metal 5,8%. A expectativa é que a consecução das reformas – principalmente a da Previdência – consiga dar continuidade à recuperação da economia.

Fonte: Assessoria Econômica



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