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Informe Econômico SIMECS

ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS SOBE PELO 6º MÊS SEGUIDO

O endividamento das famílias subiu pela sexta vez consecutiva em junho, de acordo com pesquisa mensal divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O percentual de famílias brasileiras endividadas chegou a 64%, ante os 63,4% registrados em maio. É o maior percentual desde o mês de julho de 2013 (65,2%). Já o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso diminuiu – na comparação com o mês imediatamente anterior –, caindo de 24,1% para 23,6% do total. Outro dado divulgado foi o número de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso, ou seja, aquelas que permanecem inadimplentes: a métrica ficou estável em 9,5% na comparação com o mês anterior. Em relação à parcela de orçamento mensal familiar comprometida com as dívidas, houve aumento de 29,3% para 29,5% entre maio e junho, maior taxa desde setembro do ano passado (29,6%). A proporção das famílias que se declararam muito endividadas aumentou para 13% em junho, contra 12,9% em maio. O tempo médio de atraso das famílias endividadas foi de 63,4 dias em junho de 2019 – inferior aos 63,6 dias de junho do ano passado. O cartão de crédito continua sendo o grande vilão do endividamento, apontado como o principal tipo de dívida por 78,8% das famílias; em seguida aparecem os carnês (15,8%) e o financiamento do carro (10,5%). A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. O levantamento considera as dívidas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro.

NA 19ª QUEDA CONSECUTIVA, ESTIMATIVA DE CRESCIMENTO DA ECONOMIA EM 2019 CAI PARA 0,82%

A estimativa para o PIB 2019 caiu pela 19ª semana consecutiva, de acordo com o último boletim FOCUS do BACEN. A queda em relação à semana anterior seguiu o curso de tendência observado, espelhando o pessimismo cada vez mais claro do mercado em relação aos rumos da economia. Nesse sentido, o PIB deste ano ficou projetado agora em 0,82% (na avaliação da semana passada estava em 0,85%). Há pouco mais de um ano (abril/18) a previsão batia na casa dos 3%. Desde então, a tendência de queda se manifestou e até agora não foi mais revertida. Também ajudou a compor esse cenário menos otimista, o resultado do PIB no primeiro trimestre, que ficou negativo em 0,2%. Para o próximo ano, os economistas dos bancos não alteraram a previsões de crescimento do PIB, mantendo a expectativa em 2,20%. A previsão de crescimento do PIB para 2021 também foi mantida, permanecendo em 2,5%.

Fonte: Assessoria Econômica



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