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Informe Econômico SIMECS

Balança comercial abre maio com superávit de US$ 3 bilhões

A balança comercial registrou superávit de US$ 3,027 bilhões no começo de maio. O número foi divulgado pelo Ministério da Economia na segunda-feira (13), e engloba o resultado contabilizado até o dia 12 do mês. De forma mais específica, as exportações no período somaram US$ 8,034 bilhões (alta de 24,7% na comparação com maio de 2018); as importações, por sua vez, totalizaram US$ 5,007 bilhões (aumento de 13,3% na mesma comparação). Na dimensão das vendas para o exterior, houve aumento nas vendas de produtos manufaturados (+36,6%), semimanufaturados (+28,8%) e produtos básicos (+23%). Nas compras de outros países, houve aumento nos gastos com cereais e produtos da indústria da moagem (+96,8%), adubos e fertilizantes (+39,0%), químicos orgânicos e inorgânicos (+25,7%) e equipamentos mecânicos (+18,1%). Até o dia 12 de maio, a balança comercial registrou superávit de US$ 19,411 bilhões. No ano passado, o superávit foi de US$ 58,3 bilhões. A expectativa para este ano é de queda, com saldo positivo previsto de US$ 50 bilhões em 2019.

Na 11ª queda consecutiva, estimativa de crescimento da economia em 2019 fica em 1,45%

A estimativa para o PIB 2019 caiu pela 11ª semana consecutiva, de acordo com o último boletim FOCUS do BACEN. A queda em relação à semana anterior seguiu o curso de tendência observado, espelhando o pessimismo cada vez mais claro do mercado em relação aos rumos da economia. Nesse sentido, o PIB deste ano ficou projetado agora em 1,45% (na avaliação da semana passada estava em 1,49%). As quedas na previsão do PIB para este ano começaram em março, espelhando a divulgação do resultado fraco da economia em 2018 (crescimento de 1,1%), o que contribuiu para frear o otimismo do mercado com o novo governo. Vale lembrar que há um ano (abril/18) a previsão batia na casa dos 3%. Desde então, a tendência de queda se manifestou e até agora não foi mais revertida. A única exceção foi o mês de janeiro, influenciado pelo otimismo com a posse do novo presidente. Para 2020, o mercado financeiro manteve a previsão de alta do PIB em 2,50%. Quatro semanas atrás, a mesma métrica estava em 2,58%. Em relação à indústria, a projeção para a alta da produção industrial caiu para 1,70% (estava em 1,76%). Há um mês, o indicador industrial marcava 2,3%. Para 2020, a estimativa de crescimento da produção industrial permaneceu em 3,00%, mantendo-se estável em relação ao estipulado quatro semanas antes. O mesmo patamar segue fixado para 2021 e 2022.

Fonte: Assessoria Econômica



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