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Informe Econômico SIMECS

BALANÇA COMERCIAL ACUMULA SUPERÁVIT

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 34,3 bilhões na parcial do ano, computada até o dia 05 de agosto. As informações são do MDIC – Ministério da Indústria e Comércio Exterior, e foram divulgadas na segunda-feira (6). O resultado, no entanto, é 19,7% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo da balança foi de US$ 42,8 bilhões. No acumulado do ano, as exportações somaram até agora US$ 138,874 bilhões, com média diária de US$ 932 milhões (alta de 7,3% sobre o mesmo período do ano passado). Já as importações totalizaram US$ 104,476 bilhões, ou US$ 701 milhões por dia útil (aumento de 20,6% em relação ao mesmo período de 2017). Vale lembrar que no ano passado, a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado para um ano fechado desde o começo da série histórica, iniciada em 1989. Em termos de expectativas para 2018, as apostas do mercado financeiro para este ano apontam para uma piora do saldo comercial na comparação com 2017, segundo a última pesquisa FOCUS realizada pelo Banco Central na semana passada. Nesse sentido, a previsão dos analistas é de um superávit de US$ 58 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior para 2018. Para o Ministério da Indústria, o saldo positivo ficará na casa de US$ 50 bilhões. Finalmente, o Banco Central, tem prognóstico de um superávit na casa dos US$ 61 bilhões para este ano, com US$ 228 bilhões em vendas para o exterior e US$ 167 bilhões em compras de importados.

DIMINUI PESSIMISMO COM A ECONOMIA

Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no dia 30 de julho, revelou que os brasileiros, de forma geral, estão menos pessimistas com os rumos da economia do país. De forma mais específica, o relatório mostra que as pessoas estão mais confiantes em aspectos que dizem respeito à situação financeira, inflação e desemprego. Esse foi o primeiro resultado positivo do índice, após cinco meses sem registros de aumento. O chamado Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), atingiu 101,6 pontos em julho, alta de 3,5% em relação ao mês anterior. Importante destacar que em junho o indicador havia registrado 98,3 pontos, consequência direta da paralisação dos caminhoneiros. Apesar da alta em julho, no entanto, o Inec continua abaixo da média histórica, que é de 107,8 pontos. O resultado mostra que a maioria dos indicadores que compõem o Inec melhorou. O indicador de expectativa de queda na inflação aumentou 7% de junho para julho, enquanto que o índice relativo à queda do desemprego subiu 9,5%. Ainda, o índice de expectativa de aumento da renda pessoal aumentou 2,8%. Realizada pela CNI em parceria com o Ibope, a pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre os dias 19 e 23 de julho.

Fonte: Assessoria Econômica



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