Notícias e Informativo Gerais

Informe Econômico SIMECS

PREVISÃO DO PIB 2018 CAI PARA 1,53%

O relatório de mercado FOCUS, emitido semanalmente pelo Banco Central, segue mostrando a tendência de queda para a atividade econômica neste ano. De acordo com a divulgação desta semana (09), o prognóstico para o crescimento da economia está agora em 1,53%, queda em relação à semana anterior. Há quatro semanas, o indicador assinalava aumento de 1,94%. Para 2019, as projeções dos economistas para o PIB seguiram estáveis acreditando em 2,5% de incremento na economia; há quatro semanas essa projeção era de 2,8%. Diversos fatores têm contribuído para uma visão mais pessimista em relação aos indicadores de mercado. Dentre elas, as principais continuam sendo a alta incerteza com o cenário político em ano de eleições, a queda na confiança dos empresários e dos consumidores, bem como os efeitos recorrentes da paralisação dos transportes, que impactou a produção industrial de forma saliente e que demorará a ser recuperada. Já as perspectivas para a inflação medida pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo seguiram a tendência de alta verificada nas últimas semanas. Estima-se que o indicador feche o ano na marca dos 4,17%, a oitava alta semanal consecutiva da pesquisa. Para 2019 a projeção segue estável em 4,10%. As causas para a alta nas projeções inflacionarias derivam da forte valorização do dólar, bem como da subida dos preços de vários segmentos observada durante a greve dos caminhoneiros. A taxa de câmbio para o fim do período neste ano está estimada em R$ 3,70. 

ECONOMIA DESACELERA NO 2º TRIMESTRE

A economia brasileira está frustrando as projeções de crescimento para o segundo trimestre do ano. Em números, a previsão para o PIB do segundo trimestre do ano recuou de 1% para 0,2%, sendo que muitos economistas projetam até uma retração para o período. Vale lembrar que no primeiro trimestre do ano a economia do país cresceu 0,4%. A queda da produção industrial verificada no mês de maio e que foi consequência direta da greve dos caminhoneiros, é um dos principais indicadores negativos e que sinalizam para uma diminuição marcante na atividade do segundo trimestre. A expectativa fica agora com os números de junho, ainda não divulgados; a grande dúvida que paira sobre os mercados é se os resultados de junho conseguiram de alguma forma compensar os estragos da paralisação de maio. Enquanto isso, indicadores chamados de antecedentes, como a confiança, seguem em patamares baixos tanto para empresários quanto para os consumidores, indicando que possivelmente teremos um mês de junho pior do que o projetado.

Fonte: Assessoria Econômica



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