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Informe Econômico SIMECS

CONFIANÇA DO EMPRESÁRIO CAI EM JUNHO

O Índice de Confiança do Empresário (ICE) relativo ao mês de junho, divulgado na segunda-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou queda de 1,9 ponto em junho, ficando em 90,5 pontos, na base com ajuste sazonal. Trata-se da terceira queda consecutiva, depois de nove meses de alta ou estabilidade. Segundo o IBRE-FGV, o recuo teve como fato gerador principal as consequências econômicas da greve dos caminhoneiros, aliado a outros fatores que vinham provocando quedas da confiança, como a insatisfação com o ritmo lento de retomada da economia, a falta de confiança na política econômica e o aumento da incerteza política e eleitoral. Compõem o índice os setores da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. Todos eles registraram queda na confiança dos empresários, com destaque negativo para os segmentos de Comércio e Construção, com recuos de 3,0 e 3,1 pontos, respectivamente.

FATURAMENTO DA INDÚSTRIA DESPENCA 16,7% EM MAIO

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em seu último relatório mensal de indicadores, divulgou os dados do setor referentes ao mês de maio. E o que era esperado se concretizou: o efeito negativo da paralisação dos transportes sobre a atividade industrial. O desabastecimento causado pela greve dos caminhoneiros se evidenciou de forma explícita na queda de 16,7% no faturamento médio real da indústria, descontados os efeitos sazonais. Frente ao mesmo mês de 2017, o recuo chega a 13,8% (em abril, essa mesma comparação mostrava aumento de 12,2%). A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) ficou em 75,9%, uma queda de 2,2 pontos percentuais na comparação com abril, o menor percentual mensal desde 2003. A queda do faturamento em maio reverteu todo o aumento registrado desde outubro de 2016 e levou o índice para o pior resultado da série, que teve início em 2003. Na esteira desse recuo, o emprego industrial apresentou queda de 0,6% em maio na comparação com abril, na série dessazonalizada. De acordo com a nota do relatório, a retração é a primeira após sete meses de moderado crescimento e reverte todo o aumento registrado neste ano.

Fonte: Assessoria Econômica



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