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Informe Econômico SIMECS

superávit da BALANÇA COMERCIAL supera os US$ 23,4 bilhões

O saldo da balança comercial brasileira (exportações menos importações) registrou, no acumulado do ano até 13 de maio, superávit de US$ 23,42 bilhões. Embora o resultado, o número é 4% menor do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo da balança foi de US$ 24,39 bilhões. Em 2018, as exportações brasileiras somaram até agora US$ 83,402 bilhões, com média diária de US$ 926 milhões (alta de 9,1% sobre o mesmo período do ano passado). Já as importações totalizaram US$ 59,975 bilhões, ou US$ 666 milhões por dia útil (aumento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2017). Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), e foram divulgados na segunda-feira (14). Ainda segundo o governo, as exportações somaram, no acumulado deste mês, US$ 8,870 bilhões (alta de 23,3% na comparação com o mesmo período do ano passado) e, as importações, US$ 5,765 bilhões (alta de 30,7%). Os produtos que mais alavancaram as vendas externas do país foram, na ordem, básicos (+38,5), semimanufaturados (+8,9%) e manufaturados (+7,9%). Em relação às importações, tiveram incremento as de produtos farmacêuticos (+50,6%), equipamentos mecânicos (+45,8%), equipamentos eletroeletrônicos (+33%), combustíveis e lubrificantes (+31,1%) e químicos orgânicos e inorgânicos (+30%). Em 2017 a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado para um ano fechado desde o início da série histórica, mensurada a partir de 1989. Para este ano, a expectativa é de piora no resultado em comparação ao ano passado. A projeção do mercado (pesquisa FOCUS) é de um superávit na casa dos US$ 55,8 bilhões. Já para o Ministério da Indústria o saldo positivo será menor, estimado em US$ 50 bilhões.

QUEDA NA PREVISÃO DO PIB ESPELHA INCERTEZA DOS MERCADOS

O prognóstico de crescimento para o PIB em 2018 teve novo recuo nesta semana. Os economistas dos bancos ouvidos pela pesquisa FOCUS, do BACEN, baixaram a previsão de 2,70% para 2,51%. Foi a segunda queda seguida do indicador. Para o próximo ano, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%. Dentre os motivos apontados para a “lentidão” na retomada da economia, figuram a escassez de crédito e a falta de confiança dos agentes econômicos. No primeiro caso, os financiamentos ainda não voltaram aos patamares de anos pré-crise, o que influencia substancialmente o crescimento das empresas. Em relação à confiança, a incerteza política em ano de eleição e os sucessivos escândalos de corrupção, ainda surtem seus efeitos negativos sobre empresários e consumidores.  Isso ajuda a explicar o andar ainda morno das vendas no varejo, bem como o esfriamento das contratações. Para alguns analistas, a confiança dos mercados só retornará na medida em que propostas econômicas modernizadoras e factíveis surjam no horizonte eleitoral. Até lá, salientam, a cautela seguirá ditando o curso da economia, trazendo em sua esteira uma maior vagarosidade na recuperação dos mercados. 

Fonte: Assessoria de Comunicação



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