Notícias e Informativo Gerais

Informe Econômico SIMECS

INDÚSTRIA CRESCE 5,3% EM OUTUBRO

A produção industrial brasileira cresceu 5,3% em outubro, em relação ao mesmo mês do ano passado. O incremento representa a sexta alta seguida nessa base de comparação e a mais forte desde abril de 2013, quando chegou a 9,8%. Os números foram divulgados nesta terça-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na base de comparação com o mês anterior (setembro), a atividade subiu 0,2%, o segundo avanço consecutivo; um ganho acumulado de 0,6%. O resultado positivo, no entanto, ainda está longe de recuperar as perdas da indústria. De acordo com informações do Portal G1, a produção brasileira ainda permanece no nível do início de 2009. No acumulado até setembro, o resultado da atividade do setor segue no negativo, com recuo de 0,9%. A maior contribuição ao crescimento da indústria em outubro, veio do setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, que produziu 27,4% mais do que no mesmo período de 2016. Também se destacaram os segmentos de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (com crescimento de 22%) e o de móveis, que cresceu 17,8%. Já a metalurgia aumentou a produção em 6,5%. No lado negativo, houve queda na produção de produtos derivados do petróleo e biocombustíveis. Ainda segundo a matéria, os bens de capital e os bens de consumo duráveis também foram destaques da produção industrial em outubro; ambos os setores registraram crescimento de dois dígitos na comparação com outubro do ano passado, respectivamente de 14,9% e 17,6%.

CONFIANÇA DO CONSUMIDOR SEGUE BAIXA

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor – INEC, registrou baixa de 0,2% em relação a outubro e recuo de 2,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria – CNI, divulgados no dia 1º de dezembro. Segundo nota da entidade, o indicador vem alternando variações positivas e negativas nos últimos meses, sendo que a confiança do consumidor permanece em patamar baixo, 2,1% menor que o verificado em novembro de 2016 e 6,6% inferior à média histórica. Ainda de acordo com a avaliação da pesquisa, a estabilidade do INEC é consequência de movimentos contrários de seus componentes. Nesse sentido, enquanto os índices de endividamento e de expectativa de renda e de inflação caíram em relação ao mês anterior, os indicadores de situação financeira, de expectativa de desemprego e de compras de bens de maior valor registraram alta. Entre os índices que tiveram queda em novembro, destaca-se o de endividamento, com recuo de 3,1% na comparação com outubro e de 6,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Assim, percebe-se uma elevação das dívidas das famílias brasileiras. Já as variações negativas nos índices de expectativa de renda e de inflação sinalizam aumento do pessimismo quanto a essas variáveis. O INEC representa o sentimento dos brasileiros em relação às expectativas econômicas das famílias e do país. Quanto maior o índice, mais otimistas estão os consumidores. A pesquisa englobou 2.002 pessoas em 142 municípios, entre 20 e 26 de novembro deste ano.

Fonte: Assessoria Econômica



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