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Informe Econômico SIMECS

MEDO DO DESEMPREGO AUMENTA

O índice do Medo do Desemprego medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), subiu para 66,1 pontos em julho. O valor apurado cresceu 1,8 ponto percentual em relação ao registrado em março, e ficou em 17,3 pontos acima da média histórica, de 48,8 pontos. De acordo com o relatório trimestral divulgado pela entidade, "os brasileiros continuam com muito medo de serem afetados pelo desemprego".

Segundo a economista da CNI, Maria Carolina Marques, a principal causa para o aumento do índice foi o agravamento da crise política entre março e julho, a qual atingiu negativamente as expectativas da população sobre o desempenho da economia. Com isso, a percepção é que a recuperação do quadro recessivo por que passa o país demore ainda mais para acontecer.

Essa realidade tem efeito direto na dinâmica das vendas no varejo e em consequência na própria produção industrial. Pesquisa da SPC Brasil e da CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, divulgada nesta segunda-feira (7), revelou que 53% dos brasileiros pretendem cortar gastos em agosto. Dentre as justificativas, 18% dos entrevistados afirmaram que reduzirão as despesas por estarem desempregados. Um espelho da situação difícil e da grande incerteza que ainda paira sobre os mercados.

A pesquisa da CNI ouviu 2 mil pessoas em 125 municípios entre os dias 13 e 16 de julho.

FATURAMENTO DA INDÚSTRIA RECUA 5,9% NO PRIMEIRO SEMESTRE

 O faturamento da indústria brasileira caiu 2,4% em junho na comparação com maio;  no acumulado de janeiro a junho a queda totalizou 5,9%. A informação é da pesquisa Indicadores Industriais de junho, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na terça-feira (1º). As horas trabalhadas na produção também tiveram queda, de 1,3%, bem como a utilização da capacidade instalada, que recuou 0,4 ponto percentual em junho na comparação com maio, nas séries livres de influências sazonais.

Segundo divulga a entidade, "embora o prolongado período de queda da atividade e da piora do mercado de trabalho tenha ficado para trás, os Indicadores Industriais ainda não mostram recuperação". Os dados revelam ainda, que, mesmo com as oscilações registradas nos últimos meses, os indicadores de atividade e de mercado de trabalho do primeiro semestre continuam abaixo dos verificados em 2016. Um dos espelhos disso é a utilização da capacidade instalada, que em junho deste ano ficou em 77%, abaixo dos 77,3% registrados no mesmo mês de 2016, considerando os dados dessazonalizados. Com isso, a ociosidade da indústria subiu para 23%.

Fonte: Assessoria de Comunicação



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