Notícias e Informativo Gerais

Informe Econômico SIMECS

INFLAÇÃO MENOR EM 2017 E 2018

 As expectativas de mercado para a inflação seguem em curso de queda. A divulgação semanal do relatório FOCUS do BACEN, baixou para 3,46% a estimativa para o IPCA deste ano. Foi a quinta queda consecutiva semanal para o indicador. Para os doze meses, as previsões são de inflação em 4,46%.

Consolidadas as previsões, o país finalmente terá conseguido manter a taxa inflacionária abaixo da meta central anual, fixada em 4,5 pontos percentuais. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e serve de baliza ao Banco Central. Vale lembrar que as elevações ou diminuições na taxa básica de juros, a Selic, comportam-se na tendência do indicador inflacionário. A meta central de inflação não é atingida no Brasil desde 2009, época que foi marcada por pesada crise internacional.

Para este ano, o CMN baixou o intervalo de tolerância para a inflação, fixando o mesmo em 1,5 ponto percentual para baixo ou para cima do centro da meta. Assim, a taxa inflacionária de 2017 poderá oscilar entre 3% e 6%. Para o próximo ano, a previsão do mercado financeiro para a inflação recuou de 4,30% para 4,25%. Foi a quarta redução consecutiva semanal. O índice segue abaixo da meta central de 4,5%, também fixada para o próximo exercício.  

CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS RECUA

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) despencou 2,1 pontos em junho, indo para 83,9 pontos, o menor nível desde fevereiro deste ano na série dessazonalizada. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (03) pela Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE). O agravamento da crise política e a incerteza com as reformas, influenciaram negativamente o indicador.

A queda da confiança empresarial no mês passado se deu nos três setores econômicos – indústria, serviços e comércio –, denotando uma homogeneidade nas percepções pessimistas de mercado. Segundo os analistas da Instituição, a demora na recuperação econômica tem influenciado negativamente a confiança de empresários e consumidores. 

Segundo divulgou a FGV, a maior contribuição para a queda da confiança em junho foi dada pelo Índice de Expectativas (IE-E), que recuou 1,9 ponto em relação a maio, para 91,2 pontos. Isso significa que os empresários ainda estão reticentes e cautelosos em relação à retomada da economia.

Fonte: Assessoria Econômica



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