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Informe Econômico SIMECS

“PRÉVIA DO PIB” MOSTRA CRESCIMENTO DA ECONOMIA EM FEVEREIRO

Dados divulgados pelo Banco Central – BACEN na segunda-feira (17), relativos à atividade de fevereiro, mostram um crescimento da dinâmica econômica no mês. A alta do chamado IBC-Br foi de 1,31% na comparação com janeiro. O indicador é conhecido como "prévia do PIB", consolidada no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O número leva em conta as diferenças sazonais entre os períodos analisados. Em janeiro, o indicador já havia crescido 0,62%, perante dezembro de 2016.
Esse resultado de fevereiro superou a maioria das estimativas de mercado, que colocavam o crescimento em torno de 0,6%. Em relação ao mesmo mês do ano passado, quando efetuados os ajustes sazonais, também se verificou alta no indicador, de 0,48%. Embora os números positivos, o acumulado de 12 meses até fevereiro segue mostrando a queda na atividade econômica, com recuo de 3,56%, na série livre de ajustes sazonais.
O comportamento do indicador foi influenciado positivamente pelo setor de serviços, que cresceu 0,7% em volume de prestações, e pela indústria, que anotou 0,1% de incremento no período. O destaque negativo ficou para o varejo, com retração de 0,2%.
O IBC-Br é calculado para ser um "antecedente" do PIB. No seu cômputo, levam-se em consideração estimativas sobre os setores da agropecuária, indústria e serviços, incluindo impostos. O crescimento apontado, mesmo que tímido, lança maior otimismo no mercado, que fica agora no aguardo do comportamento oficial do PIB de fevereiro a ser divulgado pelo IBGE.

JUROS SEGUEM EM QUEDA

A expectativa do mercado para a taxa básica de juros (Selic), nesta semana, seguiu estável no patamar de 8,5% para o ano, bem como para 2018. O indicador segue mostrando a tendência de queda nos juros observada desde o final do ano passado. Na última quarta-feira, vale lembrar que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, já havia reduzido a taxa dos juros básicos em 1 ponto percentual, para 11,25%. Foi o quinto corte consecutivo e o maior nos últimos 8 anos.
Em julho do ano passado a taxa era de 14,25%. Considerando o alcance das projeções para o ano, portanto, 2017 mostrará um recuo nos juros da ordem de 6 pontos percentuais. A taxa básica de juros é o principal instrumento do governo para tentar conter as pressões inflacionárias. E, com o recuo da inflação em curso, a previsão é que as reduções na Selic se mantenham e prossigam.
Juros menores são tidos como um dos principais motores do crescimento econômico e da recuperação da crise. Isso porque, taxas mais altas tendem a reduzir o crédito e os financiamentos, afetando negativamente a produção industrial e o consumo no varejo.

Fonte: Assessoria Econômica



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