Notícias e Informativo Eventos

Mérito Metalúrgico Gigia Bandera 2014 - Rogério Luis De Antoni

O empresário Rogério Luis De Antoni tem 56 anos, é caxiense, casado há 32 anos com Arlete Martinelli De Antoni e pai de Débora, 27 anos.
Bisneto de imigrantes italianos, pertence a uma família tradicional em Caxias do Sul, que sempre contribuiu para o progresso industrial, social e cultural da cidade. A De Antoni SA, fabricante de máquinas vinícolas e implementos agrícolas, na época com a denominação EDA, foi uma das principais empresas da cidade no início de seu desenvolvimento industrial, ao lado de nomes como a Gazola e a Eberle. A De Antoni foi fundada pelo bisavô de Rogério, Alexandre De Antoni, depois herdada pelo avô, Evaristo De Antoni, com apenas 18 anos de idade, para mais tarde ser administrada pela família.
O pai de Rogério, Aldo Antonio De Antoni, faleceu em 2004, aos 75 anos, e a mãe, dona Lorita De Antoni, morreu no mês de outubro deste ano, aos 79 anos. Rogério tem duas irmãs, Loiva e Patrícia, e um irmão, Roberto, que também o inspirou na profissão.
Da infância, Rogério tem fortes lembranças das brincadeiras no pátio da fábrica da família, entre montes de serragem e pilhas de madeira. Nas férias escolares, sempre que podia ajudava o pai e os tios na empresa, fazia de tudo para estar no ambiente de trabalho.
Rogério estudou nas escolas São João Batista, Carmo e Santa Catarina. Aos 14 anos, entrou para o Senai, no curso de Ajustagem Mecânica, o que lhe forneceu experiência para, um ano depois, começar a trabalhar na De Antoni, onde permaneceu nos nove anos seguintes.
No momento que aliava conhecimento técnico com a formação em Engenharia Mecânica pela Universidade de Caxias do Sul, Rogério recebeu uma proposta de emprego na Agrale, em 1980. Lá, teve a oportunidade e a responsabilidade de projetar a parte de suspensão e de direção do primeiro caminhão fabricado pela Agrale, o TX.
Nos próximos 17 anos, Rogério permaneceu na Agrale e participou de outros projetos muito importantes na empresa, entre eles o da nacionalização das motocicletas italianas da Cagiva. Ele lembra que naquela época, ele e sua equipe puderam unir trabalho e lazer, pois faziam testes experimentais nas motocicletas praticando enduros aos finais de semana e, dessa forma, aprimorando as motocicletas. O que era um hobby aliado ao trabalho virou paixão, e Rogério passou a disputar campeonatos nacionais de enduro. Foi vice-campeão gaúcho e ficou em segundo lugar na categoria de duplas, junto com o irmão Roberto, no Enduro da Independência de 1992, na época o maior do Brasil.
Depois de passar pela gerência de engenharia da Agrale, atuou na área comercial como gerente de vendas de caminhões e motocicletas.
A experiência nas áreas técnica e comercial na Agrale lhe abriu portas para novos desafios, entre eles o maior de sua carreira até agora: ter assumido o projeto Hyva do Brasil, em 1997, quando a multinacional deu os primeiros passos no país. Rogério assumiu a direção da empresa quando ela tinha 11 funcionários e funcionava em um pavilhão de 700 metros quadrados. Em três anos de Brasil, a empresa tornou-se líder no mercado na área de cilindros hidráulicos, e no quarto ano, líder na América Latina. Atualmente, a Hyva do Brasil tem 22 mil metros quadrados de área construída, tem 230 funcionários e ocupa a quarta posição no mercado brasileiro na produção de guindastes, mantendo a liderança em hidráulicos.
Rogério orgulha-se de seus feitos e agradece à família pelas suas conquistas, sua esposa Arlete e sua filha Débora pelo apoio incondicional e, em especial, ao pai, seu exemplo de conduta e de ética. Seu maior desejo é de que seus pais estivessem presente na entrega do Mérito Metalúrgico Gigia Bandera, homenagem que Rogério recebe com muito orgulho e honra.

Fonte: Assessoria de Comunicação



Voltar para página anterior

SIMECS

Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul

Fone/Fax (54) 3228.1855

simecs@simecs.com.br